quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Post -esia 6

ainda que convirjamos os olhares
nunca seremos a mesma terra
ou o mesmo mar
nossa pele tras ánsias distintas 
puras porém desiguais.


é no frio dessa solidão
que verbo desabrocha a sombra
que  insiste  (sempre)
em nos criar 

Um comentário:

Graça Pires disse...

Os momentos de solidão dão às palavras o sobressalto e a nitidez do poema, perto de uma paixão qualquer...
Obrigada pela visita e pelas palavras. Um Beijo.