ainda que convirjamos os olhares
nunca seremos a mesma terra
ou o mesmo mar
nossa pele tras ánsias distintas
puras porém desiguais.
é no frio dessa solidão
que verbo desabrocha a sombra
que insiste (sempre)
em nos criar
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Post-esia 5
tecemos pequenas tristezas
nessa manhã
mas o sol tras a recompesa
para estas nuvens
e para nossa pele
que ainda tarda de despertar.
nessa manhã
mas o sol tras a recompesa
para estas nuvens
e para nossa pele
que ainda tarda de despertar.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Post-esia 4
Para ondjaki
fui para luanda
decifrar a cor
de meu sangue
libertar o paladar dos joelhos
e converter o tempo
em novos cabelos
descobri foi o sol
e seus adventos
a força da terra
a cor da vida
e o que valia a pena
a poesia vale a pena
:
o juramento das palavras em pleno cio
Assinar:
Postagens (Atom)